Familiares de pedreiro assassinado em Socorro protestam pedindo justiça
Parentes afirmam que jovem foi morto por Policial Civil da reserva Cotidiano 25/04/2016 20h07Da Redação
Os familiares do pedreiro Jackson Antônio da Silva, 26 anos, morto a tiros nesse domingo (24), realizaram um protesto na noite desta segunda-feira (25), na cabeceira da ponte que dá acesso ao Conjunto Marcos Freire 2, em Nossa Senhora do Socorro, mesmo local onde ocorreu o homicídio.
Segundo os parentes do pedreiro ele teria sido assassinado por um homem que se apresentou como policial civil da reserva após uma abordagem truculenta. A irmã da vítima, Ana Gardênia, relata que Jackson estava com um amigo em motocicleta, abastecendo o veículo em um posto de combustível quando foi abordado pelo suposto Policial que acionou o Grupamento Tático Motorizado (Getam). Na abordagem, os policiais do Getam constataram que os jovens estavam sem a documentação da motocicleta, por isso, apreenderam o veículo, mas liberaram os homens.
Os dois teriam seguido a pé, mas na altura da ponte perceberam que estavam sendo seguidos pelo mesmo carro de passeio de cor branca, conduzido pelo suposto policial, que teria efetuado vários disparos contra os dois jovens. “O meu irmão foi atingido por oito tiros no rosto, o amigo dele pulou da ponte para não morrer”, diz a irmã do pedreiro. “Minha família está em estado de choque. Ele deixou uma filha de cinco anos, quem vai cuidar dessa criança? Polícia mata pai de família e fica por isso mesmo?”, desabafa Ana, indignada.
A Polícia Militar confirma a informação da abordagem do Getam no Posto de Combustível, mas afirma que os policiais do Grupamento não participaram da ação que culminou na morte de Jackson. Já a Secretaria da Segurança Pública (SSP/SE) informou que o caso segue sendo investigado sob sigilo pela 4ª Divisão do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que já começou a ouvir as testemunhas.

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