Exercícios físicos: 37% dos aracajuanos seguem recomendação da OMS
Cotidiano 15/04/2015 17h24

Da Redação

Considerada pelo Ministério da Saúde um fator de proteção para doenças crônicas, como câncer, hipertensão, diabetes e obesidade, a prática de exercícios físicos está crescendo no Brasil, conforme dados de uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (15).

Em Aracaju, a situação não é diferente. De acordo com os dados, 37% dos aracajuanos disseram dedicar pelo menos 150 minutos do seu tempo livre na semana com exercícios (quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde). O número é superior à média nacional, de 35,3%.  

Segundo a OMS, 3,2 milhões de mortes por ano no mundo são atribuídas à atividade física insuficiente e o sedentarismo é o quarto maior fator de risco de mortalidade global.

A pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2014 apontou um aumento de 18% no número de brasileiros se exercitando nos últimos seis anos.

Os homens são mais ativos do que as mulheres - 41,6% deles praticam a quantidade recomendada de atividade física contra 30% delas. Os jovens, em ambos os sexos, são os que mais se exercitam, com índice de 50%.

A escolaridade aparece como fator importante na prática de atividades físicas. Enquanto 47,8% das pessoas com 12 anos de estudo ou mais se exercitam no tempo livre, a taxa é 22,9% entre os que têm até oito anos de estudo.

A pesquisa destaca que, embora o número de pessoas que disseram praticar atividades físicas seja maior do que os que não se exercitam, o índice da população fisicamente inativa (que não praticou nenhuma atividade física nos últimos três meses) ainda é alto: 15,4%.

Os mais inativos são os idosos com 65 anos ou mais (38,2%). Além disso, 12% dos jovens com idade entre 18 e 24 disseram não ter feito esforços físicos nesse período. O índice de brasileiros que não são suficientemente ativos chega a 48,7%.

O ministro da Saúde, Arthur Chioro, avaliou os resultados como “boas notícias”, mas destacou que não se pode desconsiderar que 15% da população assume ser totalmente sedentária. "Pior do que não ter os 150 minutos de atividade física é não ter nenhum minuto", disse.

O estudo entrevistou, por inquérito telefônico, 40.853 pessoas com mais de 18 anos que vivem nas capitais de todos os estados e no Distrito Federal entre os meses de fevereiro e dezembro de 2014.

*Com informações da Agência Brasil

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