Estudantes protestam pedindo melhorias em escolas de SE
Cotidiano 14/06/2016 13h49Por Will Rodriguez
Alunos de duas escolas estaduais de Aracaju procuraram a Secretaria da Educação de Sergipe (Seed) na manhã desta terça-feira (14) para cobrar melhorias nas unidades de ensino. Os estudantes do Colégio Estadual Leonor Telles, no Mosqueiro, na zona de Expansão de Aracaju, e da Escola Lucila Moraes Chaves, no Conjunto Bugio, zona Norte, protestaram na porta da Secretaria e foram recebidos por uma representante da pasta.
Na escola do Mosqueiro, de acordo com os alunos, o problema está na estrutura precária do prédio, construído há 40 anos, mas que nunca passou por uma reforma, como F5 News já mostrou. “O lanche também é de péssima qualidade e os banheiros, por exemplo, são inutilizáveis, é como se lá não tivesse gente”, relata a aluna Daniele Santos, vice-presidente do grêmio estudantil.
Daniele diz ainda que a Seed já foi procurada e o secretário Jorge Carvalho teria se comprometido a apresentar o projeto de reestruturação do prédio no começo deste ano. “Ele prometeu que em janeiro iria levar as plantas da reforma, mas até agora elas não apareceram. Esperamos que ele cumpra porque parece que o governo se esquece da gente porque estudamos em um bairro distante do centro”, disse a estudante.Uma comissão dos alunos participou de reunião com a direção da Seed, conforme informações da assessoria de comunicação da pasta. No encontro, foi informado que uma equipe do Setor de Engenharia já esteve na unidade para elaborar o planejamento dos reparos mais urgentes na parte elétrica e até o final do mês deve ser iniciada a reforma, dependendo apenas da conclusão do processo licitatório.
Leia mais
Em ato, comunidade do Mosqueiro cobra melhorias em escola estadual
Alunos e professores cobram reformas em Escola estadual no Mosqueiro
Já na escola do conjunto Bugio os alunos do 1º ao 5º anos alegam falta de livros didáticos porque a unidade estaria com recursos bloqueados em função da ausência de prestação de contas, conforme relato da professora Claudia Valéria. “Fica difícil para os professores ter apostila com o conteúdo todos os dias”, reclama.
A Seed informou que esta é uma demanda que não foi repassada à Secretaria e deveria ser resolvida pela Direção da escola, que é responsável pela prestação de contas de todos os recursos destinados pelo Estado e pelo Ministério da Educação. Ainda de acordo com a pasta, o Estado não tem problemas com a distribuição dos livros didáticos, que seguiu o cronograma normalmente. F5 News não conseguiu ouvir a direção do colégio até a publicação desta matéria.
Fotos: Will Rodriguez/F5 News

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
