Entidades não-médicas da Saúde de SE continuam na luta por valorização
Cotidiano 19/07/2013 18h00Por Laís de Melo
Enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos, nutricionistas, entre outros profissionais da saúde do Estado de Sergipe marcharão juntos pelas ruas da capital aracajuana nas próximas semanas. As manifestações visam alertar a população sobre a importância do veto ao Ato Médico para a atividade profissional deles.
A presidente do Conselho Regional de Enfermagem, Gabriela Garibalde, alertou que esses profissionais não estão indo ao confronto com os médicos. “Queremos apenas que todos os profissionais possam ter a lei do exercício profissional. A grande problemática da questão aparece no artigo 4º da lei, que vai de encontro com todo o exercício. Todas as outras categorias que compõem a saúde estarão perdendo o seu direito profissional”, afirmou.
Gabriela acredita que os médicos podem lutar pelos seus direitos, mas que não sejam utilizados métodos que venham ferir o ato profissional das outras categorias. “Com o Ato Médico, os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) ficariam inviabilizados, pois o enfermeiro, por exemplo, não poderia realizar o pré-natal. Outro exemplo seriam os nutricionistas, que não poderiam mais receitar dietas”, disse, indignada.
A programação das reivindicações terá início na próxima terça-feira (23), seguindo até a quinta-feira (25), com visitas aos hospitais e unidades de saúde de Aracaju, fazendo entrega de material alusivo ao veto do Ato Médico, para que a população entenda, na opinião dessas classes, que ele precisa ser mantido.
Na sexta-feira (26) será realizado um café da manhã com a imprensa na Unidade Familiar de Saúde, do bairro Augusto Franco.
Foto: Conselho Federal de Enfermagem

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