Encontro entre Brasil e Benim deu início ao Dia da Consciência Negra
Rodas de conversas e projeção de documentários continuam nesta terça Cotidiano 19/11/2012 21h45Por Sílvio Oliveira
O Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de Sergipe abriu nesta segunda-feira, 19, no campus de São Cristóvão, as comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra, lembrado nesta terça-feira, 20. O encontro foi marcado pela presença do sacerdote beninense Daagbo Tolehin Avimadjenon Ahouandjinou (foto abaixo), considerado um dos principais mestres das religiões de adoração do vodum do Benim.
Recepcionado pelo professor Hoppolyte Brice Sogbossi, (foto principal) o sacerdote deu as boas-vindas a todos os presentes no dialeto fon e foi projetado o documentário protagonizado por ele e dirigido por Renato Barbieri, denominado “Atlântico Negro – Na Rota dos Orixás”.
“Queríamos aproximar o Brasil e a África. Na África temos 54 países e como é difícil a aproximação pela quantidade de países e importância de todos eles, escolhemos a República do Benim, por seus laços culturais e lingüísticos com o Brasil”, explicou Hoppolyte Brice.
Para Fernando Aguiar, professor de História da UFS, o encontro internacional gira em torno da ancestralidade, já que nessa roda de conversa dialoga-se sobre os elementos repassados da África para o Brasil.
O encontro continuará nesta terça-feira, 20, quando às 17h será projetado o documentário “Pedra da Memória”, contando com a presença, mais uma vez, do sacerdote Daagbo Tolehin. Ele está no Brasil desde a semana passada, quando participou de encontros em São Paulo e Maranhão.
Fotos: Silvio Oliveira

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