Empresas de segurança se reúnem para discutir atual situação da classe
Cotidiano 10/04/2013 17h00Por Míriam Donald
Para fazer uma avaliação do quadro atual de segurança privada como assaltos a agências bancárias, morte de vigilante e atual situação de conflito pela disputa de poder de duas chapas que disputam a liderança do sindicato, as empresas que compõem o Sindicato das Empresas de Segurança Privada (Sindesp), estiveram reunidos na quarta-feira (10) com o presidente Marco Aurélio Pinheiro (foto), presidente do sindicato.
Segundo Marco Aurélio, a situação é muito delicada porque se trata de segurança pública e privada, que precisam enfrentar essa crise, pois a classe sabe que essa fase de assaltos a agências bancárias e postos de serviços tem por decorrência de certa forma o momento difícil que vive a segurança pública não apenas em Sergipe, mas no Brasil. “Nós estamos envolvidos nessa situação, pois fazemos a parte privada e há de convir que fica difícil para um vigilante ir para um enfrentamento com o assaltante que usa submetralhadoras e metralhadoras enquanto nosso vigilante está portanto um 38”, diz.
O presidente afirmou também que a legislação necessita de uma atualização, assim como o serviço das empresas privadas, mas a segurança pública precisa melhorar muito, além de ter um efetivo e uma mudança estratégica no combate ao crime organizado. Já na questão do sindicato que a categoria está sem o aumento desejado porque perdeu a sua data base em fevereiro, em função dessa disputa de poder. “Essa lei dos 30% levou muita dúvida para os trabalhadores e nós enquanto empresários estamos buscando e o próprio sindicato ofereceu o que foi feito em outros estados do Brasil, que foi elevar o risco de vida para 30% enquanto a lei 12.740 não é regulada”, explica.
Conforme Marco Aurélio, a esperança da classe é que os órgãos de poder voltados para segurança se reúnam e debatam o momento atual crítico que vive o país, frisando a condição das prisões e a frágil legislação.

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