Empresárias sonegaram 11 milhões em impostos
Cotidiano 02/04/2013 14h25
Por Marcio Rocha
O promotor do Ministério Público Estadual Jarbas Adelino (foto) explicou o que aconteceu na empresa Ello Cosméticos que provocou uma fraude de mais de R$ 11 milhões em sonegação fiscal por parte das donas da empresa e seu contador, além da participação de duas empregadas domésticas que participaram como ‘laranjas’ no esquema de fraudes fiscais.
De acordo com o promotor, as irmãs empresárias Sônia Lima Oliveira e Sílvia Lima Oliveira criaram empresas fantasmas com o auxílio de seu contador, identificado como Onofre Botelho e com a participação das domésticas Iolanda Santos Rodrigues e Sara Santos Silva, que ajudaram fornecendo seus dados para que as empresas fossem criadas.
A fraude funcionava por meio de compra dos produtos pelas empresas fantasmas que não recolhiam os impostos para os cofres públicos, impedindo a geração de recursos para os investimentos em ações públicas. A revenda de produtos importados sem pagamento de taxação também gerou um grande prejuízo ao erário estadual.
As empresárias e as pessoas envolvidas vinham sendo investigadas pela polícia e Ministério Público. Há mais de sete anos que a fraude estava acontecendo e houve a proposta de pagamento dos valores desviados, mas foram ignorados. Por fim, o Ministério Público ofereceu a denúncia e os envolvidos foram acusados de crimes tributários, evasão de divisas, sonegação fiscal, entre outros tipos de fraude.
De acordo com o promotor, ainda há a suspeita de participação de outras pessoas nos crimes praticados contra a ordem tributária. Também foi feita acusação contra os cinco envolvidos por formação de quadrilha. O total das penas pode alcançar 15 anos de prisão somados.
F5 News tentou contato com as empresárias. Entretanto, não foi atendida em suas ligações telefônicas.
Imagem: Ascom MPE

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