Empresa é processada por danos ambientais na margem do São Francisco
Cotidiano 16/03/2012 14h44
O Ministério Público Federal em Sergipe (MPF/SE) está processando a empresa Cerâmica Paraíso Ltda. por extrair argila ilegalmente. Cerca de oito mil metros quadrados foram retirados das margens do Rio São Francisco, no município de Propriá. O prejuízo ao patrimônio público federal é da ordem de R$ 64 mil.
De acordo com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) constataram que o local da extração está em uma área de preservação ambiental, que está descaracterizada pela atividade de retirada de sedimentos.
Segundo o procurador da República que propôs a ação, Rômulo Almeida, a empresa executou uma prática irregular, uma vez que não possuía licença dos órgãos competentes para tal atividade, causando prejuízos ao meio ambiente e à União. Devido ao assoreamento do rio e destruição da mata ciliar, são necessárias ações de recuperação da área degradada.
O MPF/SE pede que a empresa seja obrigada a promover a recuperação da área degradada a fim de restituir as funções ambientais do local sob pena de multa diária.Para tanto, exige-se que a ré apresente à Adema um projeto de recuperação da área degradada dentro de 30 dias e o execute após a aprovação do órgão. A Cerâmica Paraíso ainda deverá ressarcir a União em R$ 64 mil.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
