Emancipação política de Sergipe é tema de solenidade no IHGSE
Cotidiano 03/07/2014 19h30
Por Tíffany Tavares
Na tarde desta quinta-feira, (03) o Instituto Histório e Geográfico de Sergipe (IHGSE) realizou a tradicional sessão solene comemorativa à Emancipação Política de Sergipe.
“Anualmente o IHGSE, enquanto casa da memória sergipana, celebra o evento que ocorreu em 08 de julho de 1820, quando Sergipe se emancipa da Bahia, se torna uma unidade autônoma da colônia e depois do Império do Brasil, se torna uma capitania independente, depois uma província do império”, explicou o presidente do instituto, Samuel Albuquerque (foto 01).
Ele destaca que um momento marcante da história de Sergipe não pode ser esquecido. “A partir desse momento temos nossa emancipação política, econômica e, posteriormente, emancipação cultural e é essa autonomia que fará com que os sergipanos pensem na cultura com sua própria identidade, que hoje nós chamamos de sergipanidade”, afirmou.Programação
Uma palestra foi realizada pela professora doutora em História Edna Matos Antônia, da Universidade Federal de Sergipe, que apresentou um resumo de sua tese de mestrado sobre a Emancipação Política de Sergipe.
Na oportunidade, uma homenagem ao intelectual Sílvio Romero (1851-1914) falecido há 100 anos, foi realizada pelo sócio do Instituto Claudefranklin Monteiro (UFS e IHGSE).
Houve o lançamento de reedição (3ª) pelo IHGSE de duas obras importantes da história de Sergipe. “A primeira chama-se História de Sergipe, de Felisberto Freire, obra publicada no século XIX, que conta a primeira história de Sergipe. E a segunda edição de Aracaju e Outros Temas Sergipanos, obra clássica de José Calasans”, disse Samuel, acrescentando que também foram relançados livros de sócios do Instituto.
Um dos livros foi “Ecos da Modernidade: Arquitetura dos Grupos Escolares Sergipanos - 1911-1926", fruto da dissertação de mestrado do professor de história da Faculdade Pio X Magno Francisco Santos (foto 02). “Durante seis anos pesquisei sobre o assunto que discute a arquitetura dos primeiros grupos escolares de Sergipe, criados no início do século. O governo começou a pensar um modelo de escolas como prédio, antes disso eram em espaços improvisados”, explicou.
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