Em greve, médicos agendam reunião com prefeito de Aracaju
Cotidiano 23/03/2017 10h26 - Atualizado em 23/03/2017 11h06Por Will Rodriguez
Os médicos da rede municipal de Aracaju decidiram, em assembleia na noite desta quarta-feira (22), manter a greve que já dura mais de dois meses. Por dia, cerca de quatro mil atendimentos deixam de ser realizados.
A paralisação que compromete o atendimento nos 44 postos da rede municipal, nos dois hospitais municipais e contribuiu para a superlotação do Pronto Socorro do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) pode chegar ao fim na próxima semana.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos (Sindimed), João Augusto Oliveira, após a assembleia desta quarta-feira, o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB) entrou em contato para agendar uma reunião. Os trabalhadores querem a redução do número de parcelas do salário de dezembro.
“Indaguei se podia ser na sexta, mas ele manteve (a reunião) na terça feira, dia 28 de março. Espero que realmente seja uma reunião de negociação com análise de possibilidades visando consensuarmos uma proposta para que a greve chegue ao fim”, disse João Augusto ao F5 News.
Em resposta à greve, a Secretaria da Saúde passou a contratar médicos temporários que estão substituindo os grevistas em algumas unidades de saúde. F5 News procurou a pasta para saber o número de profissionais que já foram contratados, mas não obteve retorno até a publicação desta notícia.
Procurada para comentar o assunto, a diretoria de imprensa da Prefeitura de Aracaju não confirmou a reunião entre os sindicalistas e o prefeito Edvaldo na próxima semana, mas antecipou que a administração municipal mantém a proposta de pagamento do salário de dezembro por meio de um empréstimo ou parcelado em 12 vezes.
Foto: reprodução Sindimed

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