Educadoras assistentes de creches municipais pedem equiparação salarial
Secretário municipal de Educação diz que não há como atender ao pleito Cotidiano 13/03/2012 16h07Por Sílvio Oliveira
Educadores assistentes de creches municipais reclamam que trabalham uma carga-horária extensa, de 8 horas diárias, recebem salários de R$ 700, passaram por um processo seletivo, porém, fazem o mesmo trabalho que os professores do Magistério. Na manhã desta terça-feira, 13, o promotor de Justiça Fausto Valois recebeu representantes da Prefeitura Municipal de Aracaju para discutir o caso.
Ficou acordada uma nova audiência pública no dia 16 de abril, mas, segundo Irene Souza, educadora da creche João Paulo II, no bairro Santa Maria, o que os educadores almejam é a equiparação salarial aos professores e o concurso público. “A nova lei diz que os educadores assistentes devem também educar como os professores. É tanto que hoje o nome creche foi modificado para escola infantil e fazemos o mesmo trabalho que os professores”, ressaltou.
O secretário municipal de Educação, Antônio Bittencourt , foi taxativo ao afirmar que, se fizer uma equiparação salarial, estará cometendo uma ilegalidade infundada, já que há diferenças significativas no processo seletivo simplificado por que passaram os educadores assistentes, se comparado com o concurso publico para ingresso no Magistério realizado pelos professores. “Os educadores já sabiam que é um processo seletivo para um contrato de um ano, prorrogado por mais um ano. Esse processo ainda está vigente e há alguns que ainda podem prorrogar por mais um ano”, informou.
Categórico, o secretário reafirmou que não há como atender ao pleito da categoria e informou que ainda essa semana irá empossar 160 professores de educação infantil no quadro permanente do Magistério.

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