Dia de Ação de Graças é celebrado pela segunda vez em Sergipe
Programação conta com palestra e culto ecumênico
Cotidiano 22/11/2012 17h27

Por Míriam Donald

Comemorado no Brasil desde 1949 e em Sergipe há dois anos, o dia Nacional de Ação de Graças está sendo comemorado com diversas atividades como palestras e um culto ecumênico que será realizado no fim da tarde desta quinta-feira (22).  Nesta manhã ocorreu na Escola do Legislativo uma palestra com o tema: “Gentileza gera Paz no Trânsito”.  

Segundo a responsável pela data em Sergipe, Glória Sena, o maior objetivo é trazer a sociedade para um dia em comum. “Aqueles que têm fé em Deus e são cristãos, um dia se unem para agradecer a Deus. Um dia de reflexão para agradecer. Esperamos a participação de todos, pois é um movimento que vale a pena. Geralmente nós pedimos, mas temos que agradecer. Nós cobramos e ficamos insatisfeitos, mas precisaríamos agradecer diariamente e o evento chama atenção para isso. O gesto de agradecer é um aprendizado constante”, diz.

O organizador da palestra, pastor Wellington Santos, afirma que os cristãos, como católicos e evangélicos, precisam entender que hoje há uma celebração da vida e existe um mal que tem feito com que famílias entrem em completa destruição: o trânsito. “Esse ano nós abraçamos essa causa porque queremos que pastores, padres, rabinos, diretores de escola e formadores de opinião como um todo possam trabalhar de uma forma mais intensa esse tema nas igrejas, escolas e demais lugares, que entendamos que poderemos salvar vidas. Como líderes, nós temos a obrigação de conscientizar”, observa.

Com o movimento “Gentileza Aracaju” que tem o propósito de sensibilizar as pessoas à gentileza no trabalho, na família e no trânsito como uma alternativa de melhorar as relações entra as pessoas, o palestrante Sidney Ulisses de Melo explica que em especial o trânsito é intervir diretamente nos males que os acidentes provocam. “Perda da vida, redução de custo nos hospitais, pedidos de sangue do Hemose para pacientes do Huse”, diz Sidney que também afirma que 60% dos traumatizados no Huse são decorrentes do trânsito.

“Se houver uma intervenção importante da sociedade, não só do poder público, conseguiremos impactar e reduzir o volume de acidentes e de mortes, iremos trazer muitos benefícios para a sociedade. Isso melhora da qualidade do atendimento de saúde, redução da necessidade de sangue nos bancos e sobretudo a preservação da vida”, declara Sidney.

 

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