Desarmamento infantil será intensificado em escolas da Rede Estadual
Crianças não devem portar armas de brinquedos Cotidiano 18/04/2013 19h00Por Sílvio Oliveira
Vinte escolas da Rede Estadual de Ensino de Sergipe que participam do projeto “Escolas Promotoras da Paz” da Secretaria de Estado da Educação, intensificarão, nos próximos dias, uma campanha pelo desarmamento infantil. A ação será dividida em três fases e pretende sensibilizar os alunos de que há brincadeiras mais criativas do que portar uma arma de brinquedo. A intenção também é envolver os pais, a fim de que se promova uma cultura de paz.
O anúncio foi feito pela coordenadora do projeto “Escolas Promotoras da Paz”, Maésia Vieira Brota (foto), nesta quinta-feira, 18, ao participar das atividades do Fórum de Prevenção e Enfrentamento ao Trabalho de Crianças e Adolescentes, na Secretaria de Estado da Educação.
A primeira iniciativa realizada em Sergipe pelo desarmamento infantil aconteceu na Escola Roberto Simon, no bairro 18 do Forte, em Aracaju, quando as crianças da comunidade foram incentivadas a trocar armas de brinquedo por brinquedos educativos e brindes. “É uma campanha vinculada em todo o país a respeito da conscientização de que a arma de brinquedo tem o poder de assustar como se fosse uma arma de verdade”, diz Maésia Vieira.
Segundo a coordenadora, outros tipos de brinquedo trazem vivências bem mais saudáveis e que não promovem uma cultura de violência.
No primeiro momento da campanha, os alunos, pais e a comunidade em geral participaram de uma peça de teatro sobre o tema do desarmamento. A segunda etapa da ação realizará um concurso de desenho, através do qual as crianças poderão expressar o que entendem por violência. “Queremos que também despertem para um novo caminho, a exemplo do grafismo e de outros tipos de arte”, afirmou Maésia.
O terceiro momento será um concurso de redação, no qual os envolvidos terão a oportunidade de escrever sobre o tema. “A ideia das ações é não só atingir os alunos, mas, de certa forma, também os pais, que têm papel fundamental na educação contra a violência”, destacou.
Foto: Sílvio Oliveira

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