Delegada ouve novas testemunhas sobre vandalismo na Prefeitura de Capela (SE)
Cotidiano 05/04/2017 16h39 - Atualizado em 05/04/2017 21h05Por Will Rodriguez
A delegada Mariana Amorim deve iniciar esta semana a oitiva de mais testemunhas ligadas ao caso do suposto ato de vandalismo praticado na sede da Prefeitura de Capela (SE), que de acordo com o inquérito, teria sido articulado pelo ex-prefeito Manoel Sukita, marido da atual prefeita, Silvany Sukita.
Segundo a delegada, os novos depoimentos são de servidores efetivos e contratados que atuaram na gestão do ex-prefeito Ezequiel Leite e outros que ainda estão vinculados à administração municipal. “Não se sabe ao certo qual seria a participação dessas pessoas em relação ao suposto dano ao patrimônio, mas vamos ouvi-las para saber do que elas têm conhecimento”, disse.
Amorim ainda não tem um prazo para concluir o procedimento de inquérito civil. Na semana passada, a delegada afirmou que a perícia do Instituto Criminalística concluiu que o vandalismo teria sido simulado. Testemunhas apontaram Sukita como mandante.
O parecer da Polícia Civil não foi bem recebido por Sukita, que fez declarações na imprensa local indicando que as investigações estariam equivocadas e os fatos contorcidos “com um sentimento único de macular” sua carreira política.
A Associação dos Delegados de Polícia Civil (Adepol) saiu em defesa da delegada. Questionada pelo F5 News, nesta quarta-feira (5), Mariana Amorim preferiu não se posicionar sobre as declarações do político para não comprometer o andamento do inquérito.
Sukita e os demais servidores citados no procedimento investigatório pediram afastamento da administração municipal de Capela. A prefeita Silvany Sukita também mantém a posição de que o ato de vandalismo não foi simulado.

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