Criado comitê que distribuirá alimento a povos de matriz africana
Articulação continua a cargo da Secretaria dos Direitos Humanos Cotidiano 05/11/2012 16h02Por Sílvio Oliveira
A Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e da Cidadania (Sedhuc) reuniu nesta segunda-feira, 05, no auditório da Secretaria de Planejamento e Gestão, em Aracaju (SE), representantes de casas de terreiros e entidades civis organizadas, para juntos criaram um comitê gestor que irá fiscalizar e gerenciar à distribuição de mais de mil cestas básicas a 200 beneficiários descendentes de matrizes africanas.
O secretário de Direitos Humanos, Luiz Eduardo Oliva, (foto ao lado) explicou que a distribuição de gêneros alimentícios faz parte da política do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que beneficia famílias em estado de insegurança alimentar de grupos, tais quais: indígenas, quilombolas e comunidades de terreiros. “As famílias já estavam cadastradas e recebem desde 2003. Estamos criando um comitê para fiscalizar e promover a distribuição”, disse.
A coordenadora nacional do Fórum de Segurança Alimentar, Regina Nogueira, não veio a Sergipe, mas falou aos participantes através de videoconferência, sobre a importância da criação do comitê.
Presente ao evento, Luana Arantes, (foto ao lado) da secretaria de Política da Promoção da Igualdade Racial, informou que o prazo máximo de criação do grupo gestor nos estados é até o dia 20 de novembro. “A distribuição requer um coletivo que gerencie e tenha transparência. Estamos padronizando e redesenhando as ações”, afirmou.
As cestas básicas são compostas de oito itens necessários à alimentação das famílias e serão entregues em três etapas. Estavam presentes mais de 30 representantes dos terreiros de Sergipe.

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