Coordenação de Pós-Graduação da Funesa oferece vários cursos Lato Sensu
Cotidiano 11/12/2015 17h25Integrada às ações da Fundação Estadual de Saúde (Funesa), a Coordenação de Pós-Graduação (COPGR) funciona em parceria com as práticas da Secretaria de Estado da Saúde (SES), e tem a missão de produzir serviços educacionais com eficiência e qualidade, contribuindo para a transformação e humanização dos profissionais.
Segundo a coordenadora Daniele Travassos, que também coordena a Educação Permanente (Coepe) da Funesa, o núcleo atua na articulação com instituições de ensino superior, serviços e sociedade, com o intuito de proporcionar cursos aos trabalhadores atuantes no Sistema Único de Saúde (SUS) em Sergipe.
“O objetivo é desenvolver e aprofundar a formação profissional, conduzindo essas pessoas para a obtenção do grau acadêmicoLato sensu e Stricto Sensu”, informou. Ainda de acordo com ela, a Coordenação de Pós-Graduação é nativa do organograma da Funesa, ou seja, integra o organograma desde a criação da Fundação.
As ações do núcleo são embasadas nas diretrizes do SUS e na Política Nacional de Educação Permanente em Saúde, e realizam o fomento à pesquisa científica, além de estágios para os níveis médio e superior. “A COPGR almeja tornar-se referência em Sergipe, no âmbito da formação profissional em nível de Pós-Graduação e Educação Permanente, com ações que priorizam os trabalhadores do SUS que possuem vínculo efetivo com o serviço público”, explicou a coordenadora.
Segundo Daniele Travassos, a definição dos critérios de seleção dos alunos para os cursos geralmente acontece durante as pactuações e deliberações nas adequadas instâncias de gestão.
“A Coordenação funciona dentro do contexto da Funesa, embora faça gestão de serviços de saúde, a exemplo dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) e das Farmácias Populares, representando o braço operacional da SES no que diz respeito ao segmento educacional para o SUS de Sergipe”, completou.
Importância
As atividades de Pós-Graduação (estágios, especialização, mestrado e doutorado) precisam seguir protocolos estabelecidos pelo Ministério da Educação e pelas instituições certificadoras. A COPGR não possui uma oferta regular e pré-definida de cursos, sobretudo no que diz respeito aos cursos Lato sensu e Stricto sensu, pois dependem das ofertas do Ministério da Saúde e das articulações que são feitas localmente com vistas à certificação.
Já as outras atividades do núcleo (estágios, capacitação, aperfeiçoamento), dependem quase que exclusivamente de definições locais da gestão. A Funesa já conseguiu formar e concluir várias turmas, e mais quatro estão sendo iniciadas pelo IEP-HSL. Além disso, já no início do ano 2016, deverão começar outras duas turmas, sendo uma financiada pelo ProgeSUS e outra com recursos da própria SES/Fundação.
"É fato que os trabalhadores carecem de educação para o SUS, por isso, o investimento em qualificação é muito forte", enfatizou Daniele Travassos. Para ela, a transformação dos trabalhadores para entender o seu papel e sua implicação com o êxito do SUS depende do contínuo investimento em educação; daí a importância da Funesa para o Sistema em Sergipe.
"Na medida em que a COPGR é a instância operacional da Funesa para as ações de pós-graduação, ela acaba responsável, também, transformação e humanização dos trabalhadores”, opina o especialista educacional, Francisco Santana.

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