Consultor financeiro explica como planejar compra de material escolar
Cotidiano 07/01/2014 16h55

Por Tíffany Tavares

O mês de janeiro é típico de gerar despesas que, juntas, transformam as finanças num tormento para o ambiente familiar. Estão nesse rol Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), revisão de veículo no mecânico, viagem de férias, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), reformas em casa, compras de material escolar, etc.

F5news ouviu o contador especialista em tributos e consultor financeiro Rodrigo Rosa, a fim de expor algumas orientações para o planejamento das despesas no quesito material escolar, para que não aconteçam imprevistos no início do ano.

Esses itens representam um peso no orçamento das famílias que têm filhos na escola. De acordo com Rodrigo Rosa, a dica para quem quer se planejar é que a partir da previsão do valor que se tem todos anos, dividir por 12 meses e investir numa poupança. “Tome como um exemplo que gastamos um valor de R$ 2.000 de material escolar. Que tal todo mês guardar em uma conta poupança o valor mensal de R$ 167,00? No final do ano o consumidor teria o valor total sem pesar no orçamento e surpresas não viriam em janeiro".

Rodrigo destaca que quando a compra for realizada com o dinheiro em espécie, à vista, os descontos são consideráveis. “Com uma conta poupança, ao invés de você pagar juros, pode ganhar juros, além de ter um desconto de 10% a 20%. Daí o velho ditado: De grão em grão, a galinha enche o papo”, considera.

Mas já para quem não conseguiu planejar as despesas o consultor recomenda  pesquisar e comparar preços de materiais em lojas diversas e por fim praticar a a famosa pechincha.

Outra recomendação de Rodrigo Rosa é realizar a compra de materiais escolares individuais, como cadernos, mochilas, lápis, canetas, lancheiras no mês de dezembro, ao invés de janeiro. “Em dezembro o mercado está voltado para as compras de Natal e os valores dos materiais escolares ficam em conta, devido à baixa procura”, explica.

Para finalizar, o consultor Rodrigo Rosa lembra das feiras de livros realizadas em vários bairros de Aracaju. Lá ocorre troca e vendas de livros usados, em bom estado de conservação, com descontos de até 70% do valor comparado aos da livrarias. Por que não trocar livros entre familiares também? Um sobrinho seu pode usar o mesmo livro do seu filho. A economia é garantida”, afirma.

Foto: Rafael Lima

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