Consultor do Banco Mundial avalia execução do Águas de Sergipe
Cotidiano 04/12/2015 14h16Entre os dias 26 e 27 de novembro o consultor na área de saneamento do Banco Mundial, Rui Marques, esteve em Sergipe para cumprimento da missão de supervisão, uma ação de rotina do banco, realizada a cada seis meses, com o objetivo de discutir com a equipe técnica local o andamento dos projetos financiados pela instituição através do Programa Águas de Sergipe. Durante a passagem pelo Estado o consultor concedeu entrevista sobre o andamento do componente 3 do empréstimo, que prevê, entre outras ações, a implantação do sistema de esgotamento sanitário dos municípios de Nossa Senhora das Dores e Itabaiana e a implantação das redes de drenagem urbana em Itabaiana. O empréstimo concedido pelo Banco Mundial ao Governo do Estado de Sergipe é na ordem de US$ 70 milhões.
Ascom Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) – Qual a situação do andamento das obras? Qual o impacto que se espera com elas?
Rui Marques (RM) - Estamos iniciando a execução dos principais projetos, entre os quais, dois deles são particularmente emblemáticos, como o sistema de esgotamento sanitário de Nossa Senhora das Dores e o sistema de esgotamento sanitário de Itabaiana. Mais à frente haverá, também, a execução do sistema de drenagem do município de Itabaiana, obras estruturantes que permitirão a resolução de parte dos problemas enfrentados pela população com as cheias.
Ascom Semarh – Quais as etapas que implicam o cumprimento do contrato?
RM – Iniciamos com o trabalho de operação de estudos, depois a licitação. Estamos na parte mais excitante que é a de ver a obra acontecer. Entre os anos de 2016 e 2017 essas cidades serão transformadas e a qualidade de vida vai melhorar muito.
Ascom Semarh - O volume de dinheiro aplicado contempla todos os investimentos?
RM - Contempla. A previsão, somente destas obras, é R$ 89 milhões, um valor bastante significativo e necessário para o que está sendo feito, que são obras estruturantes. O investimento vai transformar significativamente os municípios em termos de qualidade de vida. Os efeitos disso serão sentidos por todos após a conclusão.
Ascom Semarh - O Governo do Estado tem todo a preocupação e feito a contrapartida?
RM - Governo do Estado tem feito o melhor possível para cumprir com a sua parte. Sabemos que, naturalmente, estes processos são demorados. Existe uma burocracia envolvida, mas quando os projetos começam a avançar existe uma cooperação que permite o andamento de execução.

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