Consternados, delegados sergipanos lamentam morte de colega
Cotidiano 19/07/2016 11h36

Da Redação

O assassinato do delegado Ademir de Melo espalhou um clima de consternação entre todos os sergipanos, sobretudo nos colegas de profissão do servidor público que há dez anos atuava na área. Em seus perfis na internet, delegados manifestaram pesar pela perda do colega e demonstraram indignação com a brutalidade do atentado. O corpo de Ademir será sepultado às 16 horas no cemitério Colina da Saudade, bairro Jabotiana, zona Oeste da capital.

Danielle Garcia - Querido Ademir, descanse em paz! Não sossegaremos até identificar esses covardes! Eu e toda a minha equipe, que adorava tirar plantões com vc por sua competência e fino trato, estamos profundamente tristes...

Julio Figueiredo Aquino - Profundamente consternado pelo falecimento de um amigo de profissão Ademir Junior. Policial altamente capacitado que teve sua vida prematuramente ceifada por bandidos. Honrou sua profissão como poucos. Uma perda lastimável. Que Deus possa confortar os familiares nesse momento difícil.

Ataíde Menezes -  Ainda é cedo para falar o que houve, se latrocínio, crime de mando ou qualquer outra coisa. A vida profissional de Ademir era pouco mais do que um código de conduta rígido e inflexível, retidão essa que não se restringia ao trabalho. O mistério que envolve essa morte covarde é, assim, tanto mais acentuado pela biografia do amigo e colega de profissão. Essa névoa deverá ser dissipada muito em breve, tenho certeza, pois confio nos amigos que conduzem desde os primeiros minutos a investigação criminal. Qualquer que seja o desfecho, entretanto, restará essa sensação de que Ademir morreu praticamente sem motivo. A vida perdeu completamente o valor. Que Deus conforte a família em momento tão difícil. Descanse em paz, Ademir.

Mariana Amorim - Que Deus console os familiares do nosso colega Ademir Junior o qual teve sua vida brutalmente ceifada. #triste#revoltada#indignada

Gerlândio Gomes -  Ontem, mais um fim de tarde para mim, o último do colega delegado Ademir Junior. Meu colega dava passos tranquilos, conduzia pacificamente seu cachorro, próximo de sua casa que até então não tinha nada de soturna. Três tiros, um certeiro... mais um homem de bem tombado ao chão. Mais uma casa soturna...

E eu me pergunto: seremos quem nessa imensa casa soturna chamada Brasil? A mulher cega que só volta a ver quando as rugas forem indesfazíveis? Ou seremos aquela que adoece ao fazer o bem a quem sempre fez o mal?

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