Cirurgia: Estado antecipa pagamento a PMA
Cotidiano 21/01/2017 08h06 - Atualizado em 21/01/2017 09h01Com o objetivo de contribuir na resolução da paralisação do Hospital Cirurgia, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) antecipou o pagamento à Secretaria Municipal da Saúde de Aracaju (SMS) referente ao cofinanciamento estadual da unidade hospitalar na ordem de R$ 1.589.186,87 do mês de janeiro.
Preocupada com o impasse entre a SMS e o Hospital Cirurgia, a SES vem dialogando diariamente com os dois entes e espera que encontrem um entendimento para que o serviço seja restabelecido o mais breve possível e a Rede Estadual de Saúde não entre em colapso.
A paralisação do Cirurgia está causando impactos em diversos serviços oferecidos pelo Huse:
1. Ortopedia: o Hospital Cirurgia deve ser porta aberta para monotraumas e, também, deve atender os pacientes de alta complexidade (fraturas de fêmur, quadril, pacientes idosos). Sem a assistência no Cirurgia, esses pacientes vão se acumulando no Huse.
2. Vascular: com paralisação do Hospital Cirurgia, o Huse está com grande volume de pacientes clínicos que deveriam ser redirecionados para a unidade filantrópica. Sem esse atendimento, os pacientes apresentam piora do quadro, tendo, em muitos casos, a necessidade da amputação de membros.
3. Neurocirurgia: a referência do estado para as cirurgias de coluna é o Hospital Cirurgia, cujo o número de pacientes vêm se acumulando no Huse. Também são transferidos os que possuem tumor cerebral, que não podem esperar muito tempo, tendo em vista a rápida progressão desse tipo de patologia.
4. Cardíacos: esses pacientes têm profundo impacto no Huse, pois são infartos que necessitam de cirurgia cardíaca e os clínicos (insuficiência cardíaca). Já são sete pacientes nessa condição, com quadro muito grave, que precisam realizar cateterismo no Hospital Cirurgia o mais rápido possível, sob o risco de óbito.
Além do adiantamento do pagamento, a SES, junto com a FHS, também aportou medicamentos e insumos para auxiliar o Hospital Cirurgia a admitir os pacientes que se acumulam no Huse.
A Secretaria de Estado da Saúde entende que o paciente deve estar em primeiro lugar e compreende as dificuldades enfrentadas pela Secretaria Municipal da Saúde. Porém, as partes devem chegar a um consenso com a maior brevidade para não comprometer a assistência do SUS em Sergipe.
Fonte: SES

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