Chacina da Coroa do Meio: julgamento foi um dos mais longos de Sergipe
Cotidiano 03/06/2016 09h57Da Redação
Após quatro dias, chegou ao fim na noite da quinta-feira (02) um dos maiores júris populares do judiciário sergipano. Dois réus foram absolvidos das acusações e dois condenados pela morte de três jovens, no crime que ficou conhecido como a “chacina da Coroa do Meio”. O julgamento foi presidido pelo magistrado Edno Aldo Ribeiro de Santana.
De acordo com o veredito do Conselho de Sentença, o réu Naldson Alexandre foi condenado pela prática de dois homicídios duplamente qualificados e porte ilegal de arma de fogo, com pena de 53 anos e seis meses de reclusão.
O policial militar Clélio Rangel Santos Dias foi condenado pela prática de um homicídio duplamente qualificado e também por porte ilegal de arma de fogo. A pena dele foi de 18 anos de reclusão, além da perda da farda militar. O juiz ainda concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade, uma vez que permaneceu solto durante parte da instrução, não existindo nenhum motivo à decretação de sua custódia preventiva.
Os réus Diego Elias e Abraão de Jesus Chagas foram absolvidos das acusações.
Os promotores de Justiça Rogério Ferreira e Djaniro Jonas atuaram na acusação. As defesas dos acusados condenados poderão recorrer da sentença.
Relembre o caso
O crime aconteceu em 11 de junho de 2006, após um desentendimento entre os acusados e as vitimas, em um bar na orlinha da Coroa do Meio. Três pessoas foram mortas e uma ficou ferida. Foram mortos Aloísio Henrique Silveira dos Santos; Jango Vinícius de Jesus Pinto e Lucas de Oliveira. Cássio Rodrigo Braga Machado foi baleado, mas sobreviveu.

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