Cerca de 50% dos bebês são assistidos pelo banco de leite na Lourdinha
Semana da Amamentação lembra benefícios para a mulher e para o bebê Cotidiano 03/08/2016 11h09Por Will Rodriguez
Até o próximo domingo, Sergipe celebra a Semana Mundial da Amamentação. Neste ano, o tema é "Amamentação. Faz bem para o seu filho, para você e para o planeta", destacando, além dos benefícios para a saúde do bebê, a importância do ato para a mulher e para o meio ambiente.
Para os bebês prematuros ou de baixo peso, internados em UTIs, UCIs e alojamentos Cangurus, o leite materno é ainda mais fundamental para o desenvolvimento. Na maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), em Aracaju, que é referência no atendimento a gestações de alto risco, cerca de 50% dos bebês são assistidos pelo Banco de Leite Humano Marly Sarney. A Lourdinha tem 23 doadoras fixas e precisa de mais oito para conseguir o estoque suficiente de leite materno para atender a demanda de, e m média, 125 bebês.
O Ministério da Saúde (MS) e a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendam o aleitamento materno exclusivo durante os primeiros seis meses de vida da criança. De acordo com os órgãos, o alimento ainda evita diarreias, infecções respiratórias e diminui o risco de alergias.
Para a mulher, o ato torna-se um importante método anticoncepcional nos primeiros seis meses após o parto e pode auxiliar na prevenção ao câncer de mama. A amamentação também ajuda a estreitar os laços entre a mãe e o bebê.
De acordo com a Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano (rBLH-Br), em 2015, Sergipe captou 2.280,5 litros de leite materno de 1.595 doadoras. Após as análises do material, foram possíveis doar 2.056,3 litros para 2.899 crianças.
O estado tem três Bancos de Leite Humano (Aracaju, Lagarto e Itabaiana) e um Posto de Coleta que funciona em anexo à Maternidade Santa Izabel, em Aracaju. (informações 3226-6335/6337 ou 3225-8650).
Além do leite, os bancos e postos de coleta também recebem postes de vidro com tampa plástica (tipo pote de café ou maionese), essenciais para fazer o armazenamento adequado do alimento.
Qualquer mãe saudável pode doar o seu excedente, como explica o superintendente hospitalar da MNSL, Luís Eduardo Prado Correia.

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