Cavo assume novo contrato emergencial para coleta do lixo em Aracaju
Cotidiano 03/09/2016 08h31 - Atualizado em 03/09/2016 11h00Por F5 News
A Cavo Empreendimentos vai continuar responsável pelos serviços de limpeza urbana e coleta de lixo em Aracaju. A Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb) informou que a Cavo foi novamente selecionada na concorrência pública sob a modalidade de dispensa de licitação, com validade de mais seis meses, uma vez que o Tribunal de Contas do Estado ainda não autorizou a licitação.
O atual contrato com a Cavo está estimado em R$ 36 milhões. De acordo com a Emsurb, a empresa foi escolhida em decorrência do menor valor apresentado, que gera uma economia de mais de R$ 7 milhões para os cofres do Município. “A Cavo ficará responsável pela limpeza da Capital durante até 180 dias, sendo que este novo Contrato Emergencial entra em vigor a partir do próximo dia 07 de setembro deste ano”, informa.
Além da Cavo, outras duas empresas, a Viverde Serviços Ambientais e a Torre Empreendimentos, antiga responsável pelos serviços na capital sergipana, participaram da seleção, no entanto, conforme informações da Emsurb, a diferença entre a empresa vencedora e a segunda colocada foi de cerca de 20%. “A Cavo apresentou no somatório dos dois lotes um total de R$ 33.971.182,20 enquanto a Torre R$ R$ 41.075.837,04. A diferença entre a empresa Torre e a Cavo é de R$ 7.104.650,84”, destaca nota da Emsurb.
Ainda segundo a empresa municipal, a proposta da Viverde no valor de R$ 36.914.487,72 foi desclassificada por “apresentar diversos erros relativos à taxa de Benefícios e Despesas Indiretas (BDI), bem como erros na cotação salarial com valores abaixo do que está em vigor legal conforme a Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) vigente”.
Substituição
A Cavo assumiu os serviços de limpeza urbana em Aracaju no mês de março deste ano após vários problemas contratuais da antiga empresa que levaram a interrupção dos serviços diversas vezes.
Há pouco mais de dez dias, a Emsurb enviou ao Ministério Público Estadual (MPE) um relatório apontando que os contratos firmados com a Torre na administração do ex-prefeito Edvaldo Nogueira, com vigência entre os anos de 2010 e 2016, sofreram revisões e aditivos que resultaram num inchaço de mais de 100% dos custos para a Administração Municipal, apontando um suposto superfaturamento dos valores.

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