Barracão Cultural do São Carlos pode ser interditado
Segundo promotora, usuários correm risco de sofrer acidentes Cotidiano 09/10/2012 21h00Por Míriam Donald
O Barracão Cultural do bairro São Carlos passa por problemas em sua estrutura elétrica, deixando os moradores da localidade expostos a riscos. Eles utilizam a área pública, administrada pela Secretaria de Estado da Inclusão, Desenvolvimento e Assistência Social (Seides) e cedida por mais de 10 anos, para realizar cursos no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e para a promoção de festas.
A situação gerou audiência no Ministério Público Estadual (MPE) nesta terça-feira (09) porque o local encontra-se logo abaixo de uma linha de transmissão da Energisa chamada de ‘faixa de domínio’.
A representante da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag), Wanessa de Sá, informou em audiência que, após levantamentos realizados pela Secretaria, constatou-se que não há nenhuma área pertencente ao Estado de Sergipe que possa ser utilizada para realocação do Barracão.
Colocou ainda que, por estar substituindo a superintendente da Superintendência de Gestão e Patrimônio e Arquivo do Estado (Supat) e a Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplag) não possui condições de informar acerca do andamento do processo administrativo que trata sobre cessão de uso da área onde funciona o Barracão.
A sugestão dada pelo representante da Defesa Civil Estadual foi de que a Energisa fosse consultada acerca da possibilidade da linha de transmissão que passa sobre o Barracão ser desviada. Como a empresa não estava presente na audiência, a promotora que conduz o caso, Mônica Hardman, dará outra oportunidade para que a Energisa se manifeste quanto à possibilidade de desvio da linha de transmissão.
“Nós só temos duas alternativas para solucionar esse procedimento - ou a linha de transmissão deverá ser desviada se a Energisa concordar, permitindo o funcionamento do Barracão ou, caso a Energisa não possa desviar a linha de transmissão, o MPE deverá cobrar ao Estado a realocação do barracão", disse a promotora.
Como acompanhamento do processo administrativo, ficou acordado que, no prazo de dez dias, a Seplag apresente relatório da avaliação, finalize o procedimento e informe ao MPE os resultados.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
