Badminton ganha adeptos em Sergipe e cresce como modalidade olímpica
Modalidade originária de índia é praticada na rede de Ensino Cotidiano 25/03/2013 18h45Por Sílvio Oliveira
Há aproximadamente dois anos, um grupo de professores do Departamento de Educação Física da Universidade Federal de Sergipe (UFS), alunos e ex-alunos começaram a praticar informalmente o badminton nas dependências da instituição. Aos poucos, a modalidade esportiva foi ganhando adeptos e, por ser adotada nas Olimpíadas Escolares, foi levada por técnicos para as redes pública e particular de ensino em Sergipe.
Hoje são mais de 300 alunos praticantes, além de professores de educação física, profissionais liberais e outros simpatizantes. “O badminton pode ser praticado tanto competitivamente como de forma recreativa. Os benefícios para a saúde são inúmeros, passando dos fisiológicos aos psicológicos”, afirma Gladston Menezes (foto abaixo), professor de educação física e praticante da modalidade.
Ele conta que a modalidade está em franca ascensão em Sergipe. Em 2011 foi fundada a Federação Sergipana de Badminton e o esporte incluído nos Jogos da Primavera. Também em 2011, deu-se a primeira participação em um evento nacional. “Os alunos campeões dos Jogos da Primavera na categoria 12 a 14 anos representaram o estado nas Olimpíadas Escolares”, contou Menezes.
A modalidade é originária da Índia, mas a prática foi acentuada na Inglaterra com derivação da Poona. Em Sergipe existem vivências onde os interessados poderão ter os primeiros contatos com o esporte. Todas as terças e quintas-feiras no ginásio de esportes da UFS, das 17h às 19h, e às quartas-feiras, das 18h às 20h, acontecem jogos de badminton no ginásio do Centro de Esportes da Secretaria de Estado da Educação, onde funcionou durante décadas o antigo Colégio Brasília.
O esporte consiste em usar raquetes muito similares às de tênis para manter uma peteca no ar pelo maior tempo possível. A peteca, que tem o nome técnico de volante, nas competições oficiais, tem 16 penas de ganso de 5g cada uma. “Não existem restrições. Basta ter disposição”, disse Gladston Menezes.
O objetivo é fazer um lançamento que o adversário não consiga rebater. A rede fica a 1,55 m do chão e a quadra tem 6,7 x 6,1 m. A partida é disputada em 3 games de 21 pontos, com no mínimo dois de vantagem.
Fotos: DEF/SEED

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