ANA autoriza testes para nova redução da vazão de reservatórios do São Francisco
Cotidiano 30/09/2016 15h32 - Atualizado em 30/09/2016 17h05A Agência Nacional de Águas (ANA) autorizou a realização de testes para reduzir o volume de água que sai dos reservatórios das usinas hidrelétricas de Sobradinho (BA) e Xingó (AL/SE) para o Rio São Francisco. A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) poderá reduzir a vazão mínima dos atuais 800 metros cúbicos por segundo (m³/s) para 750 m³/s em fase de teste e, depois de analisados os impactos da redução, o volume poderá baixar para 700 m³/s.
A vazão mínima dos reservatórios é habitualmente de 1,3 mil metros cúbicos por segundo (m³/s), mas já foi reduzida várias vezes por causa da falta de chuvas na região. Desde janeiro deste ano, está em 800 m³/s.
A redução da vazão é necessária para que o volume de água na barragem não chegue a zero, o que prejudicaria a geração de energia na região. No entanto, a limitação pode prejudicar a captação de água para a população, além de outras consequências para a irrigação e a navegabilidade do rio. Atualmente, o reservatório da Hidrelétrica de Sobradinho está com 10,82% de sua capacidade de armazenamento.
A redução da vazão de Sobradinho já havia sido autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), mas ainda dependia de autorização da ANA. Segundo o Ibama, a usina tem um grande potencial de armazenamento de água, por isso tem importância estratégica para usos múltiplos em todo o Vale do São Francisco e para a geração de energia nas demais usinas instaladas no rio. A redução de vazão tem como objetivo assegurar a disponibilidade de água no reservatório de Sobradinho até o início do próximo período chuvoso
De acordo com a ANA, as ações de flexibilização das vazões mínimas dos reservatórios do São Francisco têm sido feitas por causa das condições hidrológicas adversas da bacia, com chuvas abaixo da média. A redução da vazão do volume de água liberada dos reservatórios para o Rio São Francisco também foi recomendada pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).
Fonte: Agência Brasil

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