Agentes acusam falta de estrutura e baixo salário em Laranjeiras
Cotidiano 08/12/2014 13h30Por Fernanda Araujo
Agentes de combate às endemias do município de Laranjeiras (SE) denunciam que estão sem receber o salário integral, que é o piso nacional de R$ 1.114, além de trabalharem em estruturas precárias de algumas unidades.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa), Augusto Couto, esteve no local em reunião com os servidores que reclamaram pelo valor de apenas R$ 800 ser depositado em suas contas. Nas imagens retiradas pelo sindicato, o sindicalista constatou ainda uma estrutura de uma casa improvisada no Centro de Saúde José Muniz Barreto.
Ele relatou que na unidade há falta de medicamentos para hipertensão e diabéticos, entre outros, e denunciou que a falta de estrutura leva os trabalhadores a
fazer curativos próximos a uma janela e à cozinha, o que é inadmissível. O líder sindical apontou ainda que gestantes estão fazendo exame de lâmina próximas a uma janela e no calor, além de existir muito entulho no quintal.Segundo Couto, após ter conseguido negociar o pagamento do piso dos agentes de São Cristóvão, Itabaianinha e Porto da Folha, agora é a vez da Prefeitura de Laranjeiras cumprir a Lei Federal que estabelece desde julho o pagamento do valor de R$ 1.114. “Vamos enviar um ofício nestes dias ao prefeito para negociarmos as nossas pautas”, antecipou.
Sobre a falta de estrutura, Augusto Couto completou que irá cobrar da gestão municipal providências urgentes.
F5News entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Laranjeiras, a qual informou que a questão do piso salarial está no setor jurídico da prefeitura, verificando a viabilidade de pagamento, no entanto, não tem mais informações. Quanto à unidade citada, a assessoria alega que as fotos mostram um espaço provisório, pois o prédio oficial da unidade, que fica na rua Siqueira de Menezes, em frente à praça de eventos, está em fase final de reforma. A assessoria disse ainda que enviaria uma nota com mais detalhes sobre a situação, porém, até o fechamento da matéria isso não ocorreu.
Com informações do Sintasa
Fotos: Sintasa

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