Acusado de crime de pistolagem morre ao trocar tiros com polícia
Cotidiano 15/10/2014 07h01Por Marcio Rocha
Durante a noite de terça-feira (14), o ex-presidiário José Augusto Aurelino Batista (foto), de 41 anos, foi morto em uma troca de tiros com policiais ao executarem uma ordem de prisão. Os policiais chegaram em quatro veículos. Segundo informações de parentes do ex-presidiário, mais de dez homens em posse de armas de fogo participaram da ação.
A irmã da vítima, em entrevista para o radialista George Magalhães, informou que os policiais invadiram a residência de José Augusto, conhecido como Zé Augusto de Lerindo, e dispararam vários tiros de revólver e pistola contra a vítima, após ter vasculhado a casa à sua procura. De acordo com informações da irmã da vítima, Zé Augusto foi executado sem esboçar reação.
A esposa de José Augusto, Simone, que estava em companhia do marido, quando o crime aconteceu, disse que reconhecia pelo menos cinco dos homens que invadiram a sua residência para matar o seu marido. Segundo ela, Zé Augusto não reagiu e foi executado.
De acordo com populares da cidade e policiais com quem a reportagem F5 News conversou, a ação que terminou com a morte de José Augusto foi organizada para efetuar sua prisão, já que ele estava foragido e voltou para a cidade. Ao saber da volta do ex-presidiário, a polícia organizou a ação de prisão. Zé Augusto reagiu no momento da abordagem e foi abatido após disparar contra os policiais, enquanto resistia à prisão. O acusado de pistolagem descarregou uma pistola calibre 40 contra os policiais na troca de tiros.
Segundo dados coletados pela reportagem F5 News, Zé Augusto de Lerindo estava foragido da justiça, mesmo depois de ter conhecimento de um novo mandado de prisão contra si. O ex-presidiário respondia por 13 assassinatos na cidade de Poço Verde, ocorridos durante o ano de 2013. Após ser indiciado como participante dos assassinatos e apontado como pistoleiro pela polícia, Zé Augusto fugiu para a cidade de Paragominas no estado do Pará e de lá deu entrevistas para rádios em Sergipe. Contra ele pesavam mais quatro homicídios cuja autoria estava em sua suspeita.
José Augusto respondia pelas execuções dos jovens mortos em Poço Verde, inclusive com a retirada de um homem de dentro de uma ambulância do SAMU e finalização de um atentado diante dos socorristas. Além disso, ele também havia sido condenado pelo assassínio a tiros de um policial militar no ano de 2003.
Durante troca de tiros, Simone, a esposa de José Augusto, foi atingida por um tiro no dedo. Tanto José Augusto, quanto Simone foram socorridos, mas o ex-presidiário morreu ao receber socorro médico.
José Augusto havia sido preso anteriormente, quando foi apresentado pela polícia como praticante dos homicídios na cidade de Poço Verde.

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