Ações do Plano Nacional de Segurança começam dia 15 em Aracaju
Cotidiano 03/02/2017 17h09 - Atualizado em 03/02/2017 19h31Por F5 News
O ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, participou de uma solenidade em Aracaju nesta sexta-feira (3) para assinatura do termo de cooperação para execução do Plano Nacional de Segurança, cujas ações começam a ser desenvolvidas no próximo dia 15 de fevereiro.
Sergipe foi escolhido para ser um dos primeiros estados a receber o plano por figurar com a maior taxa de homicídios por grupo de habitantes, de acordo com o último Mapa da Violência, divulgado no ano passado. "Nosso estado terá mais tranquilidade e mais segurança", disse o governador Jackson Barreto.
Ao todo, 150 agentes da Força Nacional vão atuar na capital sergipana, mas nessa primeira etapa, apenas 24 agentes vão se somar às equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) que atuam na região metropolitana.
De acordo com o Ministério da Justiça, as ações têm foco na redução de homicídios dolosos, feminicídio e violência contra a mulher; racionalização e modernização do sistema penitenciário; e combate à criminalidade organizada transnacional.
Entre as principais ações do plano está a montagem do Núcleo de Inteligência, que unirá as áreas de inteligência das polícias Federal e Rodoviária Federal com as polícias Militar e Civil. "Tudo isso está sendo feito em cooperação, pois o ponto mais importante do Plano é a integração. É o governo federal junto com os estados contra um inimigo comum, que é a questão da criminalidade, do crime organizado", afirmou o ministro
Um mapa, atualizado em tempo real, marcará as áreas de incidência de crimes e outras informações, possibilitando a realização de operações específicas no combate à criminalidade.
Segundo o Ministério, a meta do Governo é obter uma redução anual de 7,5% na quantidade de homicídios dolosos nas capitais em 2017, e o mesmo percentual em 2018 nas cidades limítrofes, que englobam 209 municípios. “Também esperamos reduzir a superlotação carcerária em 15% em 2018. Em relação ao crime organizado, a expectativa é aumentar em 10% a quantidade de armas e drogas apreendidas em 2017, e em de 15% em 2018”, afirmou o ministro da Justiça.

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