Sem acordo, bancários seguem em greve por prazo indeterminado
Paralisação já dura 24 dias Cotidiano 29/09/2016 16h06 - Atualizado em 29/09/2016 17h37Por F5 News
Os banqueiros permanecem irredutíveis, os bancários também. Nessa quebra de braço quem está pagando a conta é a população, que precisa se virar para cumprir os compromissos financeiros durante a greve, que completa hoje (29) 24 dias.
O Sindicato dos Bancários de Sergipe (Seeb/SE) vai realizar uma assembleia na próxima segunda-feira, (03). Em todo o país, as assembleias têm o intuito de mobilizar e fortalecer o movimento grevista, como forma de pressionar a Fenaban por uma proposta melhor.
De acordo com a presidente do SEEB/SE, Ivânia Pereira, nas rodadas de negociações, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) permanece intransigente e negando alterar a principal proposta econômica que permanece muito abaixo da inflação, de 7% de reajuste.
“Na última rodada, como não podia ser diferente, o Comando Nacional rejeitou a proposta, por ser insuficiente e permanece à disposição caso a Fenaban queira negociar”, afirma Ivânia Pereira.
Na última quarta (28), em São Paulo, os bancos mantiveram a proposta de 7% de reajuste, acrescido de abono de R$ 3.500 para este ano e propuseram a reposição da inflação mais aumento real de 0,5% para 2017. Os vales e auxílios seriam corrigidos pelos respectivos índices.
Hoje pela manhã, a diretoria do Seeb/SE se reuniu com representantes do Banco do Estado de Sergipe (Banese), para mais uma rodada de negociação. As rodadas de negociações aconteceram nos últimos dias 16 e 27. Nelas, a direção do banco reafirmou apenas que vai acompanhar o que for acertado na mesa de negociação nacional com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), no tocante às cláusulas econômicas e benefícios.
*Com informações do Seeb/SE

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